Saiba tudo sobre a esquizofrenia e como ajudar uma pessoa próxima a identificar e tratar o problema - Adilson Barroso Ambientalista

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Saiba tudo sobre a esquizofrenia e como ajudar uma pessoa próxima a identificar e tratar o problema

esquizofrenia (imagem divulgação)
esquizofrenia (imagem divulgação)

Já ouvimos falar muito sobre a esquizofrenia. Mas você sabe, de fato, do que se trata? Acontece que a esquizofrenia é um tipo de transtorno psiquiátrico causado por uma alteração cerebral que distorce o correto julgamento sobre a realidade. A doença cria a pensamentos abstratos e  respostas emocionais complexas.

A maioria das pessoas confundem a doença com o transtorno de bipolaridade, mas na verdade, a esquizofrenia não é um distúrbio de personalidades. Trata-se uma patologia crônica dependente de cuidados e tratamento por toda a vida do paciente.

Contudo, existem quatro  categorias sobre esta doença: a paranoide, a catatônica, a heberfrênica e a simples. Na verdade, os mecanismos que acarretam os sintomas cerebrais ainda não são totalmente conhecidos pela ciência. O qu se sabe é que as alterações derivam dos sistemas cerebrais e neurotransmissores.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não existem fatores psicológicos que provoquem a esquizofrenia, o que existe são fatores de vida que dão o início das alterações cerebrais. Os responsáveis pelas alterações cerebrais, são as combinações de diversos genes. Portanto, as relações vitais que se estabelece funcionam como fatores estressores que fazem com que a doença se manifeste.

As substâncias que se alteram no cérebro do paciente são: glutamato e dopamina. Comparado com pacientes que não possuem a doença, é visísvel a diferença entre os sistemas nervosos centrais.

É importante saber que esta doença provoca delírios e alucinações e faz parte do grupo de transtornos psicótico, ou seja,  quando o indivíduo tem distorções no juízo sobre a realidade, acarretando os delírios, e na sensopercepção, causando alucinações. Em moment0s de crise, o indivíduo apresenta comportamentos decorrentes de lesões cerebrais com distúrbios cognitivos.

Os distúrbios mais frequentes são as confusões mentais, falta de atenção, raciocínio ilógico, desmotivação, ausência de prazer e depressão, delírios e alucinações. Quando se está delirando, o paciente  a plena tem certeza que está sendo perseguida ou prejudicada de alguma maneira. Ela acaba por ter uma percepção distorcidas do que acontece ao seu redor concluindo situações irracionais, como por exemplo, interpretar o comportamento de um apresentador de TV como um sinal de perseguição ou aviso direto a ele.

Além disso, o paciente também acredita que seu pensamento é controlado por algo ou alguém e que também possui poderes para conrolar o raciocínio de outras pessoas. Porém, os delírios mais comuns são: a sensação de estar sendo vigiado, traído, culpado por alguma catástrofe e até mesmo a sensação de  ter parasitas dentro do corpo.

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Alucinações decorrentes da doença, se manifestam devido as alterações na percepção do cérebro em relação a determinados estímulos, por exemplo,  ver e ouvir coisas que mais ninguém consegue. E para o paciente, essas alucinações tem impactos reais, como experiências normais, principalmente em situações em que escutam e interagem com vozes inexistentes.

Uso de drogas, tabagismo, genética, exposição a toxinas, vírus, nutrição inadequada durante o tempo no útero materno, problemas no parto, como falta de oxigenação contribuem para a manifestação da doença. Em homens, ela costuma se manifestar entre 15 e 20 anos. Em mulheres, é comum que apareça próximo dos 30 anos, mas há eceções de casos de esquizofrenia em pessoas com mais de 50 anos e também em crianças.

No diagnóstico desta doença, é muito importante a participação familiar, uma vez que o paciente, devido ao transtorno causado,  não apresentará queixas a respeito de seu quadro. Portanto, a presença de um familiar ajuda a identificar o problema e até responsável por uma futura internação, se necessário. A família de um portador de esquizofrenia deve ser orientada sobre a doença e receber apoio e o paciente pode precisar de moradia assistida, treinamento profissional e demais programas de apoio social, pois em determinados graus da doença, são incapazes de viver sozinhas.

"Este é um blog de notícias que contém alguns tratamentos caseiros. Elas não substituem um especialista. Consulte sempre seu médico."

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