Dulcamara: o tratamento natural para doenças de pele, verrugas, ulcerações cutâneas e outras coisas. Confira!

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Dulcamara: o tratamento natural para doenças de pele, verrugas, ulcerações cutâneas e outras coisas. Confira!

Dulcamara

A dulcamara é, geralmente, encontrado em locais úmidos e serras. Pode alcançar até três metros de altura, tem folhas ovais e flores lilás ou azuis. Pertencente à família das Solanáceas, também é conhecida como erva-moura, uva-de-cão e doce-amarga. É um vegetal de tempos antigos, afinal, segundo estudos realizados, seus frutos secos foram localizados em uma gargantilha no terceiro túmulo de Tutancâmon.

Seu nome científico pe Solanum, popularmente chamada de dulcamara, é um subarbusto que possui propriedades medicinais provenientes da Europa. As suas partes usadas para fins medicinais são as folhas, o suco e a casca dos ramos.

Entre suas propriedades no organismo, destacam-se as ações:

  • expectorante,
  • diurética,
  • sedativa,
  • antirreumática,
  • laxativa,
  • antimicrobiana,
  • febrífuga.
  • sudorífica,
  • analgésica,
  • desintoxicantes,
  • purificadoras do organismo.

Seus benefícios à saúde são inúmeros, mas listamos os principais neste artigo para que você conheça a série de tratamentos em que a dulcamara contribui em uso externo:

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  • doenças de pele,
  • verrugas,
  • inflamações nas articulações,
  • urticária,
  • psoríase,
  • eczemas,
  • ulceração cutâneas.

Em forma de chá, a dulcamara auxilia nos tratamento de:

  • reumatismo,
  • icterícia,
  • colite ulcerativa,
  • pneumonia,
  • doenças venéreas,
  • congestão bronquial,
  • bronquite crônica,
  • emagrecimento
  • tonificação do organismo.

Para preparar a infusão de dulcamara,  será preciso ferver a quantidade de uma xícara da planta em uma quantidade semelhante a de água, dentro de uma panela, por meia hora. Depois, coe as folhas e utilize a água para higienizar a pele para tratamentos de eczemas, pele, psoríase e abscessos.

Atenção: gestantes, lactantes e crianças não devem fazer uso da dulcamara. É importante lembrar que a erva pode ser tóxica se consumida em excesso, podendo provocar vômitos, distúrbios neurológicos, cãimbas, vertigens, convulsões, ansiedade

De acordo com alguns relatos, esta erva é tóxica se for ingerida em excesso. Os seus efeitos colaterais incluem cólicas abdominais, vômitos e distúrbios neurológicos como cãimbras musculares, ansiedade, convulsões e vertigens. Tanto esse tratamento, quanto outros naturais, devem ser autorizados por um médico.

 

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