Banhos com casca de aroeira são eficazes para combater o corrimento. Confira!

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Banhos com casca de aroeira são eficazes para combater o corrimento. Confira!

Aroeira no combate ao corrimento

Saiba a eficácia do banho de aroeira para problemas com corrimento: esta erva é muito popular na medicina natural. Suas propriedades são eficazes para a solução de muitos problemas de saúde. Além da forma de,  existem outros formas para desfrutar de seus benefícios medicinais.

Esta erva pode ser usada também na forma de banho tópico. É indicada para o tratamento de problemas com corrimento vaginal, pois é capaz de restituir o pH normal da flora vaginal e interferiro no crescimentodas bactérias anaeróbias responsáves pela infecção.

Para este tratamento, é recomendável usar a casca da aroeira para produzir o chá responsável pelo combate ao corrimento vaginal. Graças ao seu efeito balsâmico, também  usado na cura de feridas e inflamação na peles, a aroeira tem poderes contra  o corrimento vaginal e sua melhoras podem ser percebidas rapidamente.

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Com a receita do chá de aroeira, o tratamento pode ser a base de sua ingestão ou usado para lavar as partes íntimas, com o objetivo de dar fim ao indesejável corrimento. Confira:

Você irá precisar de 100 gramas de casca da erva aroeira e um litro de água. Basta ferver a casca na água por cerca de dez minutos. Banhe a área genital com o chá ou então consuma-o três vezes ao dia

Vale ressaltar que casos de corrimento vaginal tem  a necessidade de uma consumlta com um ginecologista, pois pode-se tratar de alguma doença mais séria e somente um especialista para entregar um diagnóstico completo, tanto como para indicar a forma correta de tratamento.

 

Algumas das causas mais frequentes para o surgimento do corrimento, são:

  • falta de higiene adequada;
  • uso de produtos químicos;
  • relações sexuais sem uso de preservativo;
  • alergia a produtos como  contraceptivas, tecidos, sabonetes íntimos etc.
  • uso de anticoncepcionais;
  • alteração do pH vaginal;
  • roupas muito justas;
  •  Doenças sexualmente transmissíveis ou infecções por fungos como vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase e clamídia;
  • banhos de piscina em locais não higienizados;
  • desequilíbrio da flora vaginal;
  • baixa imunidade;
  • uso de antibióticos.

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