O chá de acácia-falsa age diretamente no sistema digestivo, combatendo azia, má digestão e outros males

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O chá de acácia-falsa age diretamente no sistema digestivo, combatendo azia, má digestão e outros males

Acácia-falsa

A acácia-falsa não é somente  uma planta de lindas flores  O chá preparado a partir desta planta atua principalmente no sistema digestivo. Explicaremos o porque, mas antes conheça mais sobre esta poderosa planta. Também conhecida como  acácia-bastarda, seu nome científico é (Robinia pseudoacacia). Sua árvore é exuberante, colorida e cheia de vagens podem ser encontrada em todas as partes do mundo.

Ao contrário da acácia (verdadeira) que vem da África, a “falsa” é originária do sudeste dos Estados Unidos. Seu nome foi escolhido assim devido à sua semelhança com as acácias, essa planta recebeu este nome, porém, a acácia-falsa não é da mema família que as  verdadeiras. Suas folhas alcanlam de 10 a 25 centímetros de comprimento e cada uma tem um par de espinhos curtos em sua base.

Repleta de propriedades, esta planta age diretamente nos sistemas digestivo e nervoso, a acácia-falsa possui flores brancase perfumadas, promovendo frutos de 5 a 10 centímetros de comprimento, com sementes e de casca enrugada.

Entre tantos benefícios dessa planta, destacam-se os tratamentos para:

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  • esofagite
  • prisão de ventre
  • má digestão
  • azia
  • combate ao nervosismo e estresse
  • produção de bilis (o que contribui na digestão de alimentos).

Para fazer o chá de acácia-falsa, você precisará das folhas secas da planta e um copo e meio de água filtrada. Vasta ferver a quantidade indicada de água e depositar uma colher de sopa de suas folhas. Tampe e deixe agir por dez minutos.  Após este período, coe e não adoce. O chá está pronto.

É importante ressaltar que o  consumo do chá de acácia-falsa não é indicado às gestantes, lactantes e crianças menores de 10 anos, pois, apesar de natural, pode apresentar reações como alergia e intoxicação. Se consumida em excesso pode causar vertigem, dores abdominais, arritmias cardíacas, sensação de garganta seca, dilatação de pupilas e contração muscular.

O ideal é que, antes de se automedicar, o paciente procure um médico para verificar possíveis restrições a erva.

 

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